Mas porque é que as pessoas não podem envelhecer com dignidade?
Porque raio têm de fazer plásticas atrás de plásticas e ficar com ar de mortas e de quem se vai partir a qualquer momento?
A sério! Já viram bem a Nicole Kidman? Será que ela acha que está bem? É que devem ficar é vesgas com a idade para não verem a figurinha que fazem...
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19/01/2010
12/01/2010
[860] 1ª Dúvida Existencial de 2010
Será o facebook responsável pela morte e/ou hibernação de tantos blog's?
29/01/2009
[835] Dúvida Existencial

Depois de ler este post onde se falava dos meus bombons favoritos (que não têm chocolate e como tal não me enchem de borbulhas), lembrei-me de uma dúvida que me assola todos os anos:
- Porque é que a seguir ao Natal todas as caixas de Rafaellos desaparecem dos supermercados?
Não consigo perceber.
Eu percebo que no Verão não haja por causa do calor, tal como os Ferrero Rocher. Mas não consigo perceber como é que apenas aparecem antes do Natal e no dia a seguir desaparecem das prateleiras dos supermercados e só voltam no ano seguinte.
Alguém me sabe explicar?
P.S. Ainda bem que me ofereceram 5 caixas neste Natal ;)
04/06/2008
[795] Expliquem-me...
...como se eu fosse muito burra, como é que num país com tanta pobreza se vendem 90.000 bilhetes para o Rock in Rio (e isto apenas para um dos dias).
Como é que em 5 dias de concertos, em que cada bilhete custa 53€, o recinto está sempre cheio?
Como é que se vendem num dia 40.000 bilhetes para ver a Madonna?
E depois o combustível está caro.
É impressão minha ou as prioridades deste país estão um pouco baralhadas?
Como é que em 5 dias de concertos, em que cada bilhete custa 53€, o recinto está sempre cheio?
Como é que se vendem num dia 40.000 bilhetes para ver a Madonna?
E depois o combustível está caro.
É impressão minha ou as prioridades deste país estão um pouco baralhadas?
16/08/2007
[712] O meu nome na Net
Eu sei que o que está escrito na Wikipédia não tem que ser necessariamente verdade mas ao pesquisar pelo meu apelido surgiu-me esta página:
Libânio (em grego Λιβάνιος, Libanios) (ca. 314 d.C. - ca. 394 d.C.) foi um filósofo e professor de retórica adepto da escola sofista. Viveu na época em que um Império Romano decadente estava adotando o Cristianismo, no entanto manteve-se fiel ao paganismo helênico. Falava o grego como língua materna.
Nasceu no berço de uma família conhecida pela cultura, que outrora gozara de considerável influência em Antióquia. Aos quatorze anos apaixonou-se pela retórica, e à esta disciplina devotaria sua vida. A exemplo de muitos pagãos do século IV, Libânio retirou-se da vida pública e voltou-se ao invés à erudição. Estudou em Atenas e começou a carreira em Constantinopla como tutor privado, no entanto seria exilado a Nicomédia ca. 346 sob a acusação (provavelmente falsa) de praticar a magia.
Libânio foi amigo pessoal, e admirador mútuo, do imperador Juliano, dito "o Apóstata". Parte de sua correspondência com o soberano sobrevive, na qual Libânio utiliza-se de suas artes de retórica para advogar causas tanto privadas como públicas. Apesar de sua amizade com Juliano, mais tarde receberia o título honorário de "prefeito pretoriano" do militantemente cristão Teodósio I.
Em 354 aceitou a cátedra de retórica na sua cidade natal de Antioquia, lá permanecendo até sua morte. Apesar de pagão, entre seus alunos constam vários cristãos famosos, como João Crisóstomo e Basílio de Cesaréia, mas também alguns correlegionários como o historiador Amiano Marcelino.
A obra de Libânio revela muito sobre o tumulto e fanatismo religioso de seu tempo. Sua "Oração I" é uma narrativa bastante reveladora a qual revisou durante toda sua vida. Libânio tinha um grande desprezo pelo cristianismo e também por Roma e a língua latina.
Será que este Libânio é meu antepassado?
Se calhar explicava algumas coisas...
Libânio (em grego Λιβάνιος, Libanios) (ca. 314 d.C. - ca. 394 d.C.) foi um filósofo e professor de retórica adepto da escola sofista. Viveu na época em que um Império Romano decadente estava adotando o Cristianismo, no entanto manteve-se fiel ao paganismo helênico. Falava o grego como língua materna.
Nasceu no berço de uma família conhecida pela cultura, que outrora gozara de considerável influência em Antióquia. Aos quatorze anos apaixonou-se pela retórica, e à esta disciplina devotaria sua vida. A exemplo de muitos pagãos do século IV, Libânio retirou-se da vida pública e voltou-se ao invés à erudição. Estudou em Atenas e começou a carreira em Constantinopla como tutor privado, no entanto seria exilado a Nicomédia ca. 346 sob a acusação (provavelmente falsa) de praticar a magia.
Libânio foi amigo pessoal, e admirador mútuo, do imperador Juliano, dito "o Apóstata". Parte de sua correspondência com o soberano sobrevive, na qual Libânio utiliza-se de suas artes de retórica para advogar causas tanto privadas como públicas. Apesar de sua amizade com Juliano, mais tarde receberia o título honorário de "prefeito pretoriano" do militantemente cristão Teodósio I.
Em 354 aceitou a cátedra de retórica na sua cidade natal de Antioquia, lá permanecendo até sua morte. Apesar de pagão, entre seus alunos constam vários cristãos famosos, como João Crisóstomo e Basílio de Cesaréia, mas também alguns correlegionários como o historiador Amiano Marcelino.
A obra de Libânio revela muito sobre o tumulto e fanatismo religioso de seu tempo. Sua "Oração I" é uma narrativa bastante reveladora a qual revisou durante toda sua vida. Libânio tinha um grande desprezo pelo cristianismo e também por Roma e a língua latina.
Será que este Libânio é meu antepassado?
Se calhar explicava algumas coisas...
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