Esta coisa dos telemóveis de terceira geração incomoda-me um pouco.
Não é que eu costume mentir sobre onde estou e as pessoas não possam saber.
Mas falar ao telemóvel sempre com ele à nossa frente parece-me um bocado estranho (a figura que nós vamos fazer).
E além disso, será que agora sempre que quisermos falar ao telefone temos que nos "arranjar" ?
Acabaram-se os telefonemas enquanto nos estamos a vestir ?
Ou a acordar e antes de lavar a cara ?
Ou até no banho ?
Para onde vai a nossa privacidade ?
E já não podemos sequer mentir ao chefe e dizer que estamos a caminho quando acabámos de acordar ?
Não sei se vou usar uma destas maravilhas da tecnologia tão depressa.
Aliás sei que não vou usar ! (Pelo menos enquanto puder fugir ou até me convencerem das vantagens)
E vocês ? São adeptos fervorosos das novas tecnologias sejam elas quais forem ou também acham que algumas coisas já são um exagero ?
12/08/2004
Outros Tempos II
Eu sei que já devem estar cansados mas não resisto a colocar mais este:
Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos.
Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag.
Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia.
Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa.
Gastámos horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões.
Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.
Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua.
Ninguém nos podia localizar.
Não havia telemóveis.
Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados.
Eram acidentes.
Ninguém para culpar, só a nós próprios.
Tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto.
Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos.
Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar.
Compartilhamos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso.
Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet.
Nós tivemos amigos.
Nós saíamos e íamos ter com eles.
Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta.
Imaginem tal coisa!
Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos!
Lá fora, no mundo cruel!
Sem nenhum responsável!
Como conseguimos fazer isto?
Fizemos jogos com bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre.
Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa.
Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção...
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros.
Eles repetiam o ano!
Que horror!
Não inventavam testes extras.
Éramos responsáveis pelas nossas acções e arcávamos com as consequências.
Não havia ninguém que pudesse resolver isso.
A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível!
Eles protegiam as leis!
Imaginem!
A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores.
Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias.
Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso.
E pronto.
Já está !
Agora vou parar com isto.
Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos.
Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag.
Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia.
Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa.
Gastámos horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões.
Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.
Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua.
Ninguém nos podia localizar.
Não havia telemóveis.
Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados.
Eram acidentes.
Ninguém para culpar, só a nós próprios.
Tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto.
Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos.
Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar.
Compartilhamos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso.
Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet.
Nós tivemos amigos.
Nós saíamos e íamos ter com eles.
Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta.
Imaginem tal coisa!
Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos!
Lá fora, no mundo cruel!
Sem nenhum responsável!
Como conseguimos fazer isto?
Fizemos jogos com bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre.
Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa.
Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção...
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros.
Eles repetiam o ano!
Que horror!
Não inventavam testes extras.
Éramos responsáveis pelas nossas acções e arcávamos com as consequências.
Não havia ninguém que pudesse resolver isso.
A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível!
Eles protegiam as leis!
Imaginem!
A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores.
Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias.
Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso.
E pronto.
Já está !
Agora vou parar com isto.
Outros Tempos
Eu sei que quase todos vocês já devem ter lido esta pérola que eu recebi por mail mas aqui vai mais uma vez
(...)
"Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste conclusão:
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
Quem?", perguntou ele. Quem?!
Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: "Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche;
Esteban e "Les Mysterieuses Cites D'Or", combatendo os terríveis Olmecs;
Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares;
O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus;
O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos;
A Super-Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?);
O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...;
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração:
O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos.
Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce.
O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos.
Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e a fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa a fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho (muitas vezes chamado de "terno") nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá?
Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim.
Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca a ver se a namorada estava grávida, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro.
Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC,telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma.
Era o tóto de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos dentes, as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua até às dez da noite, os outros são proibidos de se dar com ele."
Acho que foi o Nuno Markl que escreveu isto (mas não tenho a certeza) e mesmo sem saber ao certo quem escreveu chega-se à conclusão que podia ter sido escrito por qualquer um de nós que está hoje nos 30s
(e mesmo pelo meu irmão que tem 24 e que também passou por isto).
Não é hoje tudo tão diferente ?
Quantas horas eu esperei por amigos ou eles esperaram por mim sem haver forma de nos avisar-mos mutuamente que estávamos atrasados ?
Hoje combinamos sempre:
- Então quando lá chegares telefona. (o problema acontece quando ficamos sem bateria ou os telemóveis não funcionam... ficamos todos a pensar o que fazer)
Pois antigamente era:
- Então às 8h debaixo do relógio.
ou
- Encontramo-nos ao pé da bola nívea às 10h. (quantos de nós não disseram esta frase?)
Claro que muitas coisas mudaram para melhor mas ouve outras tantas que mudaram para pior...
(...)
"Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste conclusão:
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
Quem?", perguntou ele. Quem?!
Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: "Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche;
Esteban e "Les Mysterieuses Cites D'Or", combatendo os terríveis Olmecs;
Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares;
O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus;
O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos;
A Super-Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?);
O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...;
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração:
O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos.
Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce.
O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos.
Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e a fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa a fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho (muitas vezes chamado de "terno") nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá?
Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim.
Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca a ver se a namorada estava grávida, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro.
Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC,telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma.
Era o tóto de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos dentes, as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua até às dez da noite, os outros são proibidos de se dar com ele."
Acho que foi o Nuno Markl que escreveu isto (mas não tenho a certeza) e mesmo sem saber ao certo quem escreveu chega-se à conclusão que podia ter sido escrito por qualquer um de nós que está hoje nos 30s
(e mesmo pelo meu irmão que tem 24 e que também passou por isto).
Não é hoje tudo tão diferente ?
Quantas horas eu esperei por amigos ou eles esperaram por mim sem haver forma de nos avisar-mos mutuamente que estávamos atrasados ?
Hoje combinamos sempre:
- Então quando lá chegares telefona. (o problema acontece quando ficamos sem bateria ou os telemóveis não funcionam... ficamos todos a pensar o que fazer)
Pois antigamente era:
- Então às 8h debaixo do relógio.
ou
- Encontramo-nos ao pé da bola nívea às 10h. (quantos de nós não disseram esta frase?)
Claro que muitas coisas mudaram para melhor mas ouve outras tantas que mudaram para pior...
Desculpem
Peço desculpa aos meus "fãs" pela falta de posts na última semana.
(não sei se são muitos mas tenho recebido algumas queixas o que me deixa muito contente)
É que estou cheia de trabalho mas também não me tem surgido muita inspiração.
E ainda por cima vou de férias durante duas semanas...
Só voltarei a "postar" (eu sei que esta palavra não existe mas achei que ficava aqui bem) assiduamente quando voltar das minhas férias.
Esperemos que bem mais inspirada.
Terei de certeza algo para contar sobre as férias, ou sobre a leitura que vou pôr em dia ou sobre o meu novo pópó (que é muita lindo) !
(não sei se são muitos mas tenho recebido algumas queixas o que me deixa muito contente)
É que estou cheia de trabalho mas também não me tem surgido muita inspiração.
E ainda por cima vou de férias durante duas semanas...
Só voltarei a "postar" (eu sei que esta palavra não existe mas achei que ficava aqui bem) assiduamente quando voltar das minhas férias.
Esperemos que bem mais inspirada.
Terei de certeza algo para contar sobre as férias, ou sobre a leitura que vou pôr em dia ou sobre o meu novo pópó (que é muita lindo) !
09/08/2004
06/08/2004
Queridos Anos 80
Numa das minhas "viagens" pela internet dei de caras com este blog.
Vale a pena ler, pelo menos para quem tem uma idade parecida com a minha.
Se bem que para os restantes pode ser uma forma de conhecer os grandes ídolos do anos 80.
E tantas recordações que eles trazem !
Vale a pena ler, pelo menos para quem tem uma idade parecida com a minha.
Se bem que para os restantes pode ser uma forma de conhecer os grandes ídolos do anos 80.
E tantas recordações que eles trazem !
Nunca se Abandonem...
"Quando depositamos muita confiança ou expectativas numa pessoa, o risco de nos decepcionarmos é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar!
Nos bastar sempre!
E, quando procurarmos estar com alguém, fazer isso cientes de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não precisam umas das outras.
Elas completam-se não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras, dispostas a dividir objectivos comuns, alegrias
e Vida!"
Li n' O Diário da Teresa e não resisti a copiar.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar!
Nos bastar sempre!
E, quando procurarmos estar com alguém, fazer isso cientes de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não precisam umas das outras.
Elas completam-se não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras, dispostas a dividir objectivos comuns, alegrias
e Vida!"
Li n' O Diário da Teresa e não resisti a copiar.
Monstro
"A minha consciência está tranquila." - Juan Pio Paiva
Como é que uma pessoa que provocou a morte de mais de 400 pessoas só porque não queria que fugissem do seu Centro Comercial sem pagar pode dizer esta frase ?
Será que tem consciência ?
Será que só uma das pessoas que morreu queimada não valia muito mais do que o seu Centro Comercial ?
Nem consigo dizer muito mais, apenas que a cada dia que passa o ser humano mais me desilude e me choca com atitudes que nunca julguei possíveis.
Como é que uma pessoa que provocou a morte de mais de 400 pessoas só porque não queria que fugissem do seu Centro Comercial sem pagar pode dizer esta frase ?
Será que tem consciência ?
Será que só uma das pessoas que morreu queimada não valia muito mais do que o seu Centro Comercial ?
Nem consigo dizer muito mais, apenas que a cada dia que passa o ser humano mais me desilude e me choca com atitudes que nunca julguei possíveis.
03/08/2004
O que é que quer dizer ?
O que é que quer dizer quando recebemos um mail de um endereço desconhecido com o seguinte subject:
"like being old?"
Quererá isto dizer alguma coisa ?
"like being old?"
Quererá isto dizer alguma coisa ?
Ai como eu gosto de o ver trabalhar !

Acho que é um dos melhores humoristas que Portugal tem ou já teve.
É uma lufada de ar fresco no humor que por cá se faz.
Por favor, não desapareças nem comeces a pintar o cabelo de louro (If you now what I mean).
Madonna
Pois é !
Afinal a Madonna vem a Portugal.
E quer se goste ou não das suas músicas tem que se admitir que o espectáculo deve ser muito bom !
Eu vou ver. Sempre gostei da atitude e da forma despreocupada com que enfrenta tudo e todos para conseguir o que quer.
E não digo com isto que acho que se deve fazer tudo para se conseguir o que se quer mas sim que não se deve deixar de fazer algo só porque a opinião dos outros é negativa.
Desde que não prejudique os outros porque não ir em frente ?
E a esta senhora a opinião pública não prendeu os movimentos.
Ainda bem !
Não posso esperar para ver o espectáculo que ela tem para nos oferecer.
Afinal a Madonna vem a Portugal.
E quer se goste ou não das suas músicas tem que se admitir que o espectáculo deve ser muito bom !
Eu vou ver. Sempre gostei da atitude e da forma despreocupada com que enfrenta tudo e todos para conseguir o que quer.
E não digo com isto que acho que se deve fazer tudo para se conseguir o que se quer mas sim que não se deve deixar de fazer algo só porque a opinião dos outros é negativa.
Desde que não prejudique os outros porque não ir em frente ?
E a esta senhora a opinião pública não prendeu os movimentos.
Ainda bem !
Não posso esperar para ver o espectáculo que ela tem para nos oferecer.
29/07/2004
Vício ?
E eu a pensar que estava a ficar viciada em blogs.
É verdade que todos os dias vou ler os meus blogs favoritos e verifico várias vezes ao dia se tenho algum comentário aos meus posts.
Mas pelos vistos ainda estou muito longe de estar viciada.
E pelas perguntas que eu respondi não no teste, que foram quase todas, nunca vou ficar.
Ainda bem...
My weblog owns 6.25 % of me.
Does your weblog own you?
É verdade que todos os dias vou ler os meus blogs favoritos e verifico várias vezes ao dia se tenho algum comentário aos meus posts.
Mas pelos vistos ainda estou muito longe de estar viciada.
E pelas perguntas que eu respondi não no teste, que foram quase todas, nunca vou ficar.
Ainda bem...
Does your weblog own you?
26/07/2004
Sou a favor da pena de Morte !
Sou a favor da pena de morte quando vejo o meu País todo a arder !
Isto porque não acredito que todos estes fogos sejam por negligência ou por falta de limpeza das florestas. Alguns de certeza serão mas não todos.
Quem tem uma maldade tão grande que coloca em risco tantas pessoas e que faz com que tantas florestas e matas deste "Paraíso à Beira-Mar Plantado" desapareçam em chamas ?
Quem não tem nenhum sentimento de culpa quando vê o desespero das pessoas que perderam tudo ?
E porquê ? Porque assim a madeira é mais barata ? O que se ganha com uma calamidade destas ?
Custa-me a acreditar que se destrua o que de mais bonito o nosso país tem (a natureza) para ganhar alguns euros.
Porque se assim é eu sou mesmo a favor da pena de Morte !
.
Isto porque não acredito que todos estes fogos sejam por negligência ou por falta de limpeza das florestas. Alguns de certeza serão mas não todos.
Quem tem uma maldade tão grande que coloca em risco tantas pessoas e que faz com que tantas florestas e matas deste "Paraíso à Beira-Mar Plantado" desapareçam em chamas ?
Quem não tem nenhum sentimento de culpa quando vê o desespero das pessoas que perderam tudo ?
E porquê ? Porque assim a madeira é mais barata ? O que se ganha com uma calamidade destas ?
Custa-me a acreditar que se destrua o que de mais bonito o nosso país tem (a natureza) para ganhar alguns euros.
Porque se assim é eu sou mesmo a favor da pena de Morte !
.
Vingança Automobilística
Vou ter um carro novo!
O meu carro já é "velhote" e não tem ar-condicionado (e se tivesse também não andava) e por isso vou comprar um novo.
Mas como continuo a gostar imenso do meu 106 vou comprar outro mas da mesma marca.
O que devia alegrá-lo.
No entanto acho que o meu "velhote" ficou triste por eu o ir trocar por um mais novo e resolveu vingar-se.
Sim, só pode ter sido vingança automobilística o que me aconteceu na semana passada.
Eu explico:
O meu carro tem um alarme que já há uns tempos não funciona (porque os comandos do mesmo ficaram sem pilhas) e por isso eu desliguei o alarme na chave própria (ou pelo menos julgava que sim).
Também tem uma chave com comando à distância que pelo facto de estar toda roída do Frozen (o meu antigo cão) só funciona às vezes.
Ou seja, normalmente para abrir e fechar as portas do mesmo (o carro) tenho que colocar a chave na fechadura mesmo.
Ora na passada semana eu fui lavá-lo (ou melhor, fui ver o meu amigo lavá-lo) e ficou todo brilhante.
Mas qual não é o meu espanto quando no fim da lavagem eu tento abrir a porta e ela está trancada.
Sim, trancou-se sózinha e com as chaves (de casa e do carro) lá dentro.
Como é que é possível ???
Terá sido da água da lavagem pensei eu ?
Depois de grandes aventuras (que incluiram idas ao centro comercial à procura da minha irmã que tinha uma chave mas que tinha o telemóvel sem bateria e deveria andar por ali algures) lá consegui ir a casa buscar a outra chave do carro.
Pois destranco-o, entro dentro do carro, ponho-o a trabalhar e uns metros à frente ele fecha-se novamente.
Voltei a pensar que foi da água (é que ele não era lavado à uns meses).
Fui a casa e quando voltei a sair para jantar ele estava destrancado (sim, desta vez destrancou-se sózinho).
E pronto, lá fui ao jantar. Quando voltei do jantar, e abri as portas, o alarme (que eu ia jurar que estava desligado) desatou a apitar feito louco.
Lá tive que abrir o capô do carro (já contei que adoro o capô do meu carro? É que abre com elevador como os porta-bagagens) e desligar (novamente) o alarme na chave.
Já lá vai uma semana e nada de estranho se passou novamente mas eu continuo a achar que foi vingança por ser trocado.
Mas nem devia.
Vai ficar na família e por isso continuar a ver-me.
O meu carro já é "velhote" e não tem ar-condicionado (e se tivesse também não andava) e por isso vou comprar um novo.
Mas como continuo a gostar imenso do meu 106 vou comprar outro mas da mesma marca.
O que devia alegrá-lo.
No entanto acho que o meu "velhote" ficou triste por eu o ir trocar por um mais novo e resolveu vingar-se.
Sim, só pode ter sido vingança automobilística o que me aconteceu na semana passada.
Eu explico:
O meu carro tem um alarme que já há uns tempos não funciona (porque os comandos do mesmo ficaram sem pilhas) e por isso eu desliguei o alarme na chave própria (ou pelo menos julgava que sim).
Também tem uma chave com comando à distância que pelo facto de estar toda roída do Frozen (o meu antigo cão) só funciona às vezes.
Ou seja, normalmente para abrir e fechar as portas do mesmo (o carro) tenho que colocar a chave na fechadura mesmo.
Ora na passada semana eu fui lavá-lo (ou melhor, fui ver o meu amigo lavá-lo) e ficou todo brilhante.
Mas qual não é o meu espanto quando no fim da lavagem eu tento abrir a porta e ela está trancada.
Sim, trancou-se sózinha e com as chaves (de casa e do carro) lá dentro.
Como é que é possível ???
Terá sido da água da lavagem pensei eu ?
Depois de grandes aventuras (que incluiram idas ao centro comercial à procura da minha irmã que tinha uma chave mas que tinha o telemóvel sem bateria e deveria andar por ali algures) lá consegui ir a casa buscar a outra chave do carro.
Pois destranco-o, entro dentro do carro, ponho-o a trabalhar e uns metros à frente ele fecha-se novamente.
Voltei a pensar que foi da água (é que ele não era lavado à uns meses).
Fui a casa e quando voltei a sair para jantar ele estava destrancado (sim, desta vez destrancou-se sózinho).
E pronto, lá fui ao jantar. Quando voltei do jantar, e abri as portas, o alarme (que eu ia jurar que estava desligado) desatou a apitar feito louco.
Lá tive que abrir o capô do carro (já contei que adoro o capô do meu carro? É que abre com elevador como os porta-bagagens) e desligar (novamente) o alarme na chave.
Já lá vai uma semana e nada de estranho se passou novamente mas eu continuo a achar que foi vingança por ser trocado.
Mas nem devia.
Vai ficar na família e por isso continuar a ver-me.
Vale a Pena
Não resisto a colocar aqui um link para um conjunto de citações maravilhosas que encontrei no Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...
Vale a Pena ler estas pérolas proferidas pelo Boy George (atenção que não é o da música, o nome é só para enganar os satélites).
Custa-me a acreditar que alguém consiga dizer tanta barbaridade.
Esta é uma das minhas preferidas:
“Antes de mais, deixem-me deixar isto bem claro: os pobres não são necessariamente assassinos! Só porque alguém não é rico, não significa que esteja disposto a matar.”
Tens a certeza ? Olha que eu achava que sim !
Vale a Pena ler estas pérolas proferidas pelo Boy George (atenção que não é o da música, o nome é só para enganar os satélites).
Custa-me a acreditar que alguém consiga dizer tanta barbaridade.
Esta é uma das minhas preferidas:
“Antes de mais, deixem-me deixar isto bem claro: os pobres não são necessariamente assassinos! Só porque alguém não é rico, não significa que esteja disposto a matar.”
Tens a certeza ? Olha que eu achava que sim !
Férias !
Estive de férias :-)
Foi só uma semaninha mas serviu para descansar e colocar a leitura em dia.
Agora, imagine-se que escolhi o Alentejo para passar uns dias.
O Alentejo é muito bom para passar férias, mas ir para Monforte (ao pé de Portalegre) nos dias mais quentes do ano não é uma boa escolha !
Nunca tive tanto calor na minha vida !
Só pensei numa coisa, como é possível viver e trabalhar com tanto calor ano após ano ?
O calor excessivo tira-nos as forças até para pensar.
Sentia-me como se me tivessem feito uma lobotomia.
Irra que o interior de Portugal é quente !
Foi só uma semaninha mas serviu para descansar e colocar a leitura em dia.
Agora, imagine-se que escolhi o Alentejo para passar uns dias.
O Alentejo é muito bom para passar férias, mas ir para Monforte (ao pé de Portalegre) nos dias mais quentes do ano não é uma boa escolha !
Nunca tive tanto calor na minha vida !
Só pensei numa coisa, como é possível viver e trabalhar com tanto calor ano após ano ?
O calor excessivo tira-nos as forças até para pensar.
Sentia-me como se me tivessem feito uma lobotomia.
Irra que o interior de Portugal é quente !
16/07/2004
Um poema
Eu até nem gosto muito de poemas mas este acho que vale a pena partilhar:
"
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro
e os pontos nos is a um redemoinho de emoções,
exactamente a que resgata o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte,
ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe
perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo
exige
um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade.
"
Pablo Neruda
"
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro
e os pontos nos is a um redemoinho de emoções,
exactamente a que resgata o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte,
ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe
perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo
exige
um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade.
"
Pablo Neruda
15/07/2004
Centro Comercial ?
Fui ver o Shrek 2.
Grande filme.
Tal como o primeiro.
Não é bem um filme de crianças... é mais um filme de adultos que por acaso até é animado.
Está um verdadeiro espectáculo.
Mas não é sobre isso que eu quero falar.
Vejam lá a minha desgraça que havia muito poucos sítios onde ir ver a versão original (e eu recuso-me a ver a versão dobrada seja de que filme fôr).
E então, conversa para cá, conversa para lá, arrastaram-me ao Alvaláxia.
Nem sei como consegui lá pôr os pés....
Ainda estou em estado de choque !
As salas não são más mas chamar àquilo Centro Comercial...
Está um bocadito pobre não?
Grande filme.
Tal como o primeiro.
Não é bem um filme de crianças... é mais um filme de adultos que por acaso até é animado.
Está um verdadeiro espectáculo.
Mas não é sobre isso que eu quero falar.
Vejam lá a minha desgraça que havia muito poucos sítios onde ir ver a versão original (e eu recuso-me a ver a versão dobrada seja de que filme fôr).
E então, conversa para cá, conversa para lá, arrastaram-me ao Alvaláxia.
Nem sei como consegui lá pôr os pés....
Ainda estou em estado de choque !
As salas não são más mas chamar àquilo Centro Comercial...
Está um bocadito pobre não?
14/07/2004
Almoços Motards
Já ouviram falar de almoços Motards ?
Eu já. É uma coisa muito estranha que eu ainda não consegui perceber muito bem.
Vejam lá que um grupo de homens se junta para almoçar (e isto não é nenhuma novidade).
Mas eles têm uma característica comum...
Têm uma mota.
E não pode ser uma mota qualquer... tem que ter algumas características mínimas.
Sim, não podem ter uma vespa.
Senão já não são considerados Motards.
Mas o mais estranho é que se juntam...
... não para falar de mulheres
... não para falar de futebol
... mas sim
(agora espantem-se)
... para falar de motas.
O que será que há para falar sobre motas ?
Eu já. É uma coisa muito estranha que eu ainda não consegui perceber muito bem.
Vejam lá que um grupo de homens se junta para almoçar (e isto não é nenhuma novidade).
Mas eles têm uma característica comum...
Têm uma mota.
E não pode ser uma mota qualquer... tem que ter algumas características mínimas.
Sim, não podem ter uma vespa.
Senão já não são considerados Motards.
Mas o mais estranho é que se juntam...
... não para falar de mulheres
... não para falar de futebol
... mas sim
(agora espantem-se)
... para falar de motas.
O que será que há para falar sobre motas ?
13/07/2004
Novo sistema de comentários
A pedido de várias familias e depois de inúmeras queixas aconteceu:
Já tenho um novo sistema de comentários que não é tão chato de usar como o outro.
Vamos ver se o usam :-)
Já tenho um novo sistema de comentários que não é tão chato de usar como o outro.
Vamos ver se o usam :-)
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