30/05/2005

1º Aniversário

Lembrei-me agora que já passou e eu não me lembrei.
Não poderia fazer nada pois estava de férias e sem possibilidade de escrever.

Mas estou triste porque não me lembrei.
E pensando bem também mais ninguém se lembrou.
Ninguém me deu os parabéns :-(
(se calhar ninguém acha que vale a pena mesmo :-) mas eu vou por cá continuar a chatear mais um bocadinho)

Viva o Benfica!

Pois é...
Mais um jogo de sofrimento (como o foram quase todos este ano).
Mas desta vez com um final menos feliz.
Paciência.
É claro que queríamos fazer a dobradinha.
É claro que depois da SuperLiga, a Taça de Portugal era a cereja em cima do bolo.
Mas não se pode ter tudo.
E também não foi assim há tanto tempo que ganhámos a taça.
E já ganhámos algumas dobradinhas (ao contrário de outros).
Sejamos grandes nas vitórias e nas derrotas.
Parabéns ao Vitória de Setúbal que mereceu a Taça e

VIVA O BENFICA!

25/05/2005

Amigos

Estou a ler o "Equador" e a adorar. Acho que o Miguel Sousa Tavares (embora seja portista) é um grande escritor.
Li no livro uma frase que queria partilhar mas esqueço-me de trazer o livro ou de a escrever num bloco e por isso vou escrever a ideia da frase (qualquer dia junto a frase verdadeira).
A frase é de um amigo para outro e é qualquer coisa como:

Não esperes de mim que seja fiel a qualidades que não tenho. Mas podes ter a certeza de que nas qualidades que tenho nunca te vou falhar.

E realmente é isto que um amigo deve fazer.
Ou não?

23/05/2005

Ninguém pára o Benfica!

Ninguém pára o Benfica!
Ninguém pára o Benfica!
Oéeeeee, oóooo!

O sofrimento foi mesmo até ao último minuto mas valeu a pena.

Viva o Glorioso !!!

18/05/2005

Melinda, Melinda

Ontem fui ver mais um filme que adorei, mais um dos que não tem um final feliz.
Sim, porque ultimamente os filmes com final feliz aborrecem-me.
Se bem que este tem dois finais, um feliz e outro nem por isso.
É sobre a forma como cada história pode ser encarada e como a mesma história se pode transformar numa comédia ou num drama dependendo de quem a conta.
E eu acho que a vida também é assim.
Pode sempre ser uma comédia ou um drama dependendo da forma como para ela olhamos.

Como os grandes Monty Python cantavam e o Astro escreveu também num post:

"Always look on the bright side of life!"

17/05/2005

Sorte

O que me dizem da sorte de viver num cantinho à beira-mar plantado?
De poder em poucos minutos estar na praia a apanhar um sol maravilhoso e a ver um mar azul ainda mais maravilhoso?
É só impressão minha ou temos mesmo muita sorte?



P.S. E isto sem falar nos surfistas...

16/05/2005

Tinha que ser

É mesmo sofrer até ao último jogo.
Só espero que não seja mesmo até ao último minuto.
É que conheço umas grávidas que precisam de descanso :)

13/05/2005

Quando não acreditamos que se pode ser mais estúpido

Vi em vários sítios mas tenho que colocar aqui também porque não acredito que alguém seja tão estúpido ao ponto de dizer isto:

"Matar uma criança no seio materno é mais violento que matar uma criança de cinco anos

E dizê-lo durante a missa de sétimo dia de Vanessa Pereira, a menina de cinco anos que morreu vítima de maus tratos no Porto.
Mas pelos vistos o padre Domingos Oliveira, da paróquia de Lordelo do Ouro é!
E sabem porque é que ele diz esta maravilha?
Porque uma criança no ventre da mãe "não se pode defender" de qualquer agressão, enquanto "uma criança de cinco anos pode reagir, pode chorar, queixar-se".
Lindo, não é?
E ainda diz que "há mortes que são mais graves e outras que são menos graves".
Será que a Igreja não devia reagir a isto?



12/05/2005

IRRA

Está-me a começar a irritar o facto de toda a gente achar que eu estou triste e infeliz só porque não sou casada e não tenho namorado.
Em menos de uma semana ouvi por duas vezes dizerem que sou infeliz.
Mas quem é que lhes disse isso?
E alguma vez o demonstrei?
Mas quem é que disse que é preciso ter namorado para se ser feliz?
Aliás, muitas vezes ter namorado é sinal de infelicidade!

11/05/2005

Mais um

Mais um teste tirado da Blogotinha

Primeiro fiz para a Carlota

To pick up Carlota: If I could rearrange the alphabet... I'd put you between F and CK




Acham mesmo que iam engatar a Carlota com esta deixa?

E depois lembrei-me de fazer para o meu nome mesmo e deu isto:

To pick up Carla: You must be Jamaican... because Jamaican me crazy.




E não é que fala no país que muitos de vocês sabem que eu sonho visitar?

Diga lá outra vez

Recebi através da mailing list da SIC uma notícia no mínimo curiosa.
Parece que a embaixada portuguesa em Nova Deli alega que "as portuguesas têm o hábito de ir à Índia engravidar".
Como é que é?

Acreditar

Leiam o post Acredito no Sorrisos aos Molhos e digam-me se também não acreditam.

P.S. Desculpa Rosa pelo roubo mas não resisti a partilhar aqui porque eu também acredito

10/05/2005

Não há dúvidas

É sofrer até ao último dia.
O futebol é mesmo impróprio para cardíacos.

06/05/2005

Pronto

já desapareceu.
É que o post não era daqui deste sítio.
Era mais para o familiar...

Alguém me explica

porque é que o post que eu apaguei continua a aparecer?

Humor de Gato

Como será o humor de gato já que o de cão é utilizado quando se está de mau humor?
Será que hoje que estou bem humorada se pode dizer que estou com humor de gato?
Ou será de outro animal qualquer?
E porque será o de cão conotado com mau humor?
O Frozen estava (e acho que ainda continua a estar) sempre bem disposto e bem humorado e pronto para nos fazer muito felizes.
Realmente estas coisas intrigam-me...

05/05/2005

Humor de Cão

Farta que me chateiem por tudo e por nada.

Com vontade de fumar um maço de tabaco inteiro.

Chateada porque já fumei e queria ter aguentado sem fumar um único cigarro.

02/05/2005

Fim de Semana ...

... sem avarias e sem aventuras.
Já não estava habituada.
E agora falo sobre o quê?
Sobre o sucesso que o meu mano e eu própria fizémos no karaoke?
O meu mano foi convidado a lá voltar. E sim, ele canta mesmo muito bem. (e não é só orgulho de mana babada).
Eu cantei com um rapaz que lá estava, porque ele achou que eu estava a cantar muito bem e me deu um microfone para as mãos (escusado será dizer que a partir daí já não se ouviu mais a voz dele) e ainda me veio dizer que gostava muito de cantar outra música comigo.
Conseguem acreditar nisto?
Logo eu!
Quanto à minha mana, que também canta muito bem, não mostrou todos os seus dotes porque é envergonhada, mas ainda a "obriguei" a cantar um bocadinho comigo.

29/04/2005

Uma Aventura dos 5 no Algarve (Capítulo III)

Ontem acabei com a informação de que tínhamos uma nova chave diferente da anterior, e lá fomos para o apartamento todos contentes.
Quando entrámos em casa estava um cheiro estranho, que eu prontamente sugeri ser dos canos.
No entanto ao abrir o frigorífico reparámos que este estava desligado e percebemos que todo o quadro estava desligado.
Ok, pensámos nós, o cheiro é do frigorífico. Vamos deitar as manteigas fora e já passa o cheiro.
Mas as manteigas só estavam rançosas, não cheiravam assim tão mal.
Então, o que é que eu pensei? Deve ser alguma coisa no congelador.
E abri a porta do mesmo. Ia desmaiando e morrendo com o cheiro.
Não imaginam o cheiro nauseabundo que pode sair de um congelador desligado à mais de dois meses e que lá tem dentro, entre outras coisas (sim porque eu não consegui ver tudo o que lá estava), caixas de gelado derretido, água que já foi gelo, bacalhau, rissóis e biifes. Tudo isto num estado de podridão elevado e com mosquitos a voar por ali.
E pensámos nós: Mas o que é que nos vai acontecer mais?
Lá tivémos que fazer uma operação limpeza completa ao frigorífico com todos os detergentes à mão, e colocar todas as gavetas do congelador de molho na banheira, com a tarefa inicial de tirar tudo para sacos (vários de cada vez) e de os levar para o contentor mais longe.
Depois de tudo limpo, arejado e bem cheiroso (umas horas depois) fomos cozinhar o jantar.
Jantámos, e durante o jantar até dissémos, não nos pode acontecer mais nada hoje.
Estávamos enganados!
Pois, podem não acreditar, mas quando saímos de casa para beber um café, entrámos no elevador e ele apenas desceu um andar e meio (acho que por excesso de peso que ele apenas detecta depois de estar em movimento).
Quem me conhece sabe que eu odeio sítios fechados e que a Veruska não gosta muito de elevadores pois já tinha ficado presa mais que uma vez.
O que fazer? Além de rir à gargalhada por causa dos nervos (eu mesma) ou pingar das mãos (a Veruska)?
1º Tentar que o elevador volte a andar
2º Carregar no botão que apita a ver se nos ouvem
3º Ligar para o número que lá está no elevador
Fizémos tudo isto e fomos informados que alguém nos ia ligar para explicarmos melhor qual o edifício (sim, que a Vera ainda não sabe qual o nome do edifício nem o número).
Enquanto esperámos tivémos a companhia de um vizinho que, depois de ir à casa das máquinas perceber se conseguia fazer alguma coisa, nos deu o número de telemóvel e foi para casa dizendo que se precisássemos de alguma coisa que telefonássemos.
E pronto esperámos mais um pouco até que chegou um rapaz que, começou por abrir a porta olhar para nós e voltar a fechar a porta para ver se o elevador descia (isto tudo com o nosso ar de espanto por não nos deixar sair logo).
Lá nos deixou sair e desapareceu em dois segundos (eu julgo que devemos ter interrompido qualquer coisa importante que ele estava a fazer).

E pronto, aqui acabaram realmente as peripécias. Perto da meia-noite de dia 23, depois de terem começado um pouco depois das zero horas do mesmo dia.

Digam-me lá se isto não foi a inveja de alguém a trabalhar?

28/04/2005

Uma Aventura dos 5 no Algarve (Capítulo II)

(peço imensa desculpa pelo atraso mas ontem foi dia de reuniões e não foi possível continuar a saga)

30 minutos depois chegou o nosso salvador (pelo menos era o que achávamos nessa altura). Começou por fazer exactamente o que nós cinco tínhamos feito, que foi tentar abrir a porta com a chave. E tentou durante uns dez minutos, até que perguntou à Veruska:
- A sra desculpe, eu não quero duvidar de si (acho que ele deve ter ouvido a Veruska a discutir ao telefone) mas podia jurar que esta chave não é desta porta.
Explicou-nos muito bem o funcionamento das fechaduras e das chaves e como aquela não podia ser daquela porta mas que não estava partida nem exista outra do lado de dentro (sempre com um olhar furioso da Veruska dirigido a ele). Chegou à conclusão que não ia conseguir abrir a porta assim e foi então buscar as ferramentas (finalmente!). Tentou abrir a porta com uma radiografia, mas como estava trancada não conseguiu. Depois tentou com umas ferramentas (mas como não era ladrão) não conseguiu. Chegou à conclusão de que tinha que estragar a fechadura para poder abrir a porta, mas que não sabia se encontrava até terça-feira uma fechadura do mesmo estilo. Ou seja, iríamos ficar sem fechadura durante o fim de semana.
O pai da Veruska, com algum amor inexplicável à porta e à fechadura, não quis que se estragasse nenhuma delas e "mandou-nos" arranjar um sítio para dormir (ou então sabia que tinha trocado a fechadura e se tinha esquecido de avisar).
Então lá pagámos o serviço de consultoria em chaves e fechaduras e com indicações do nosso amigo "Só Ligar" fomos à procura de um aparthotel não muito caro (acho que ele pensou que não tínhamos dinheiro para ir para um hotel de luxo e ainda estou para saber se era pelo meu cabelo estar à bruxa). Vou resumir esta parte, mas a verdade é que andámos por Vilamoura e Quarteira de aparthotel em aparthotel, sempre com indicações de uns para outros de que estaria a recepção aberta e sem esta nunca estar. Enfim, a verdade é que finalmente encontrámos um sítio para ficar às 3h00 e era, nem mais nem menos, que o hotel Atlantis em frente ao casino (5 estrelas que nós não fazemos por menos).
Fomos então colocar as malas no hotel e rumámos à discoteca para beber um copo.
Aqui correu tudo bem e quando adormecemos chegámos a acreditar que já tinham acabado as peripécias.
No dia seguinte, tomámos um pequeno almoço gigante (sim, que eu continuo a comer que nem uma desalmada por causa da falta de nicotina) e lá fomos para os apartamentos novamente para testar a chave do pai da Veruska que a irmã trazia de Lisboa (claro que antes ainda ficámos provisoriamente noutro apartamento emprestado).
Agora adivinhem!
A chave não tinha nada a ver! O que quer dizer que a Vera se enganou na chave (ela que não me ouça) ou o pai se esqueceu de lhe contar que trocou a fechadura (existe também uma teoria do nosso amigo "Só Ligar" que sugeriu que quem fez obras na casa pode ter trocado a fechadura e não ter avisado). Estou em pulgas para saber se a outra chave existente é igual à da Vera ou não.

(o resto da aventura conto amanhã que o relato já vai longo)